sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Pontos turísticos e culturais da África
Na Cidade do Cabo temos:
* Castelo da Boa Esperança
* Table Montain
* Jardins da Companhia
* Districto Six Museum
* Waterfront
* Robben Island
* Greenmarket Square
* Jardim Botânico
* Bo-Kaap
* Cabo Boa Esperança.
Cabo Boa Esperança
Em Joanesburgo:
* Museu Hector Pieterson
* Zoológico de Joanesburgo
* Galeria de Arte de Johanesburgo
* Museu da África
* Market Theatre
* Sítio Arqueológico de Sterkfontein
Egito:
* Pirâmides
* Museu Egípcio
* As pirâmides e complexo de templos de Saqqara e Dashur
* Templos de Luxor através do Nilo
* Vale dos Reis
* Kuwait, com vários pontos históricos.
* Templos de Abu Simbel.
Pirâmides Egipcias
Economia do Recôncavo Baiano Durante a Colonização.
A economia da Bahia colonial sempre foi voltada para o mercado externo, realizando as exigências de Portugal e de todo o comércio europeu. O país produziu e consumiu somente o que interessava ao comércio externo, funcionando como produtor de matéria-prima e consumidor de produtos manufaturados.
A base da economia foi, sem dúvida, o trabalho escravo que sustentou todos os ciclos econômicos até o século XIX, enriquecendo cada vez mais os senhores brancos. Além de ser mão-de-obra sem custo, o escravo era importante mercadoria humana e dava grandes lucros aos traficantes portugueses, que venderam nos séculos XVI, XVII e XVIII dois milhões de escravos negros no Brasil.
A atividade econômica mais importante no Recôncavo foi o plantio da cana-de-açúcar e a sua transformação. Tal atividade era realizada nos engenhos e envolvia os dois principais grupos da sociedade baiana da época, sendo estes os donos de engenho e os escravos. Os senhores de engenho lucravam muito, e os portugueses lucravam ainda mais, já que compravam o açúcar produzido na Bahia para depois revender a outros países da Europa, onde ele era muito valorizado.
Entre 1550 e 1650, o Brasil foi considerado o maior produtor de açúcar do mundo. A economia açucareira também estimulou outras atividades, como a pecuária (o gado além de ser usado como força de tração para o transporte e moagem de cana, também era comercializado para a produção de couro e carne seca no mercado interno). Estimulou também a lavoura do tabaco, e a produção do algodão, que apesar de não ter a mesma importância que a cana-de-açúcar teve também o seu lugar garantido na economia baiana.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Egito
O Egito é um dos países mais
populosos da África (81.121,07), este
Estado vem sofrendo mudanças radicais no campo político.
Com uma área de cerca de 1 001 450 km², o Egito limita a oeste com a Líbia, a sul com o Sudão e a leste com a Faixa
de Gaza e Israel. O litoral norte é banhado pelo mar Mediterrâneo e o litoral oriental pelo mar
Vermelho. A península do Sinai é
banhada pelos golfos de Suez e de
Acaba. A sua capital é a cidade do Cairo.
O Egito é muito famoso por uma civilização antiga, na qual abrange uma rica
cultura histórica. Os vestígios de ocupação humana no vale
do Nilo desde o paleolítico assumem a forma de artefatos e petróglifos em formações rochosas ao longo do rio e nos oásis. Já num passado não tão distante, em 1869 o Egito se
tornou centro mundial de transporte e comércio pela abertura do canal de Suez,
mas fez com que contraísse uma dívida com potências europeias, e em 1882 o
Reino Unido tomou o controle do governo egipcio.
Em 1924 o Egito obteve um reino parlamentarista, em que o voto popular
escolhia o primeiro ministro, porém em 1953 foi proclamada a república, e em
1956 foi ‘decretada’ a indepêndencia total do Reino Unido. Desde este passado o
país já passava pór ‘crises’ envolvendo a política.
O presidente egípcio Nasser recebe
pela primeira vez uma delegação da Fatah em 1969.
A República do Egito
foi proclamada em 18
de Junho de 1953,
presidida pelo General Muhammad Naguib.
No ano de 2011, houve uma série de conflitos no campo político:
“Em 25 de janeiro de 2011, protestos contra o regime de Hosni Mubarak
começaram em todo o país. O objetivo dos levantes populares eram a remoção de
Mubarak do poder. Tais eventos tomaram a forma de uma intensa campanha de resistência civil apoiada por um
número muito grande de pessoas e, principalmente, que consistia em
demonstrações de massa contínuas. Em 29 de janeiro de 2011 ficou claro que o
regime de Mubarak tinha perdido o controle da população quando uma ordem de
recolher obrigatória foi ignorada e o exército tomou uma posição semi-neutra em
relação ao decreto do toque de recolher. Alguns
manifestantes, uma pequena minoria no Cairo, expressaram
pontos de vista nacionalistas contra o
que foi considerado interferência estrangeira, com destaque para o ponto de
vista relativamente neutro do governo dos Estados Unidos, assim
como ligações entre o regime de Mubarak com Israel.
Em 11 de fevereiro de 2011, Mubarak renunciou e fugiu do
Cairo. O vice-presidente Omar Suleiman anunciou
que Mubarak renunciou e que os militares egípcios assumiriam o controle dos
assuntos do país no curto prazo. Enormes celebrações populares eclodiram na Praça Tahrir com a
notícia da renúncia.
Em 13 de fevereiro de
2011, o comando militar de alto nível do Egito anunciou que tanto a
constituição quanto o parlamento do Egito haviam sido dissolvidos. Desde então,
eleições parlamentares foram marcadas para serem realizadas em novembro e um
referendo constitucional foi realizado em 19 de março de 2011.” Segundo o site
Wikipédia.
Nelson Mandela e o Apartheid
O apartheid foi um dos regimes de discriminação racial
mais cruéis de que se tem notícia no mundo. Ele vigorou na África do Sul, em
que na Constituição africana consistia o claro
poder que os brancos exerciam sobre os negros, mesmo que esses fossem a
maioria da população.
O apartheid, que quer dizer separação na
língua africana dos imigrantes europeus, atingia a habitação, o emprego, a
educação e os serviços públicos, pois os negros não podiam ser proprietários de
terras, não tinham direito de participação na política e eram obrigados a viver
em zonas residenciais separadas das dos brancos. Os casamentos e relações
sexuais entre pessoas de raças diferentes eram ilegais. Os negros geralmente
trabalhavam nas minas, comandados por capatazes brancos e viviam em guetos
miseráveis e superpovoados.
Para lutar
contra essas injustiças, os negros acionaram o Congresso Nacional Africano -
CNA, uma organização negra clandestina, que tinha como líder Nelson Mandela. Após o massacre de
Sharpeville, o CNA optou pela luta armada contra o governo branco, o que fez
com que Nelson Mandela fosse preso em 1962 e condenado à prisão perpétua. A
partir daí, o apartheid tornou-se ainda mais forte e violento, chegando ao
ponto de definir territórios tribais chamados bantustões, onde os negros eram
distribuídos em grupos étnicos e ficavam confinados nessas regiões.
A partir de
1975, com o fim do império português na África, lentamente começaram os avanços
para acabar com o apartheid. A comunidade internacional e a Organização das
Nações Unidas - ONU faziam pressão pelo fim da segregação racial. Em 1991, o
então presidente Frederick de Klerk não teve outra saída: condenou oficialmente
o apartheid e libertou líderes políticos, entre eles Nelson Mandela.
A partir daí,
outras conquistas foram obtidas: o Congresso Nacional Africano foi legalizado,
De Klerk e Mandela receberam o Prêmio Nobel da Paz (1993), uma nova
Constituição não-racial passou a vigorar, os negros adquiriram direito ao voto
e em 1994 foram realizadas as primeiras eleições multirraciais na África do Sul
e Nelson Mandela se tornou presidente da África do Sul, com o desafio de
transformar o país numa nação mais humana e com melhores condições de vida para
a maioria da população.
Dia 03 Agosto, dia do Capoeirista
No dia 03 de Agosto comemoramos o dia do capoeirista, essa
luta começou logo quando os africanos perceberam que deveriam encontrar forma
de se proteger contra as violentas praticadas pelos colonizadores brasileiros.
Os africanos eram proibidos de praticar qualquer tipo de luta por isso eles
adaptaram a luta com o ritmo e instrumentos assim nasciam a capoeira, uma luta
disfarçada de dança.
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